Pode-se afirmar
que o que há de mais interessante e ousado no livro “A Câmara Clara” é o fato
do autor deixar de lado uma leitura composicional/técnica da Fotografia ou
ainda, científica e sociológica, para analisá-las de maneira emocional. Ou seja,
levando-se em conta apenas aquilo que a imagem desperta nele, no campo
subjetivo, independente de qualquer outro aspecto, fazendo por consequência que
a obra seja, também, bastante individual.
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Aqui destaco
alguns trechos, os quais, ora achei que teriam algo que pode relacionar-se ao
processo artístico do meu projeto em si, ora apenas que excertos relevantes ao
próprio ato fotográfico:
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