quarta-feira, 26 de março de 2014

A Câmara Clara - Parte I

Pode-se afirmar que o que há de mais interessante e ousado no livro “A Câmara Clara” é o fato do autor deixar de lado uma leitura composicional/técnica da Fotografia ou ainda, científica e sociológica, para analisá-las de maneira emocional. Ou seja, levando-se em conta apenas aquilo que a imagem desperta nele, no campo subjetivo, independente de qualquer outro aspecto, fazendo por consequência que a obra seja, também, bastante individual.


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Aqui destaco alguns trechos, os quais, ora achei que teriam algo que pode relacionar-se ao processo artístico do meu projeto em si, ora apenas que excertos relevantes ao próprio ato fotográfico:



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